Análise da segunda temporada de Flash




Tão divertida quanto a primeira temporada, a segunda temporada de Flash trouxe um ótimo vilão, mas em muitos momentos os roteiros não corresponderam.





Depois de impedir que Central City fosse devorada por uma singularidade no fim da temporada anterior, Barry Allen  descobre que os acontecimentos abriram portais para universos paralelos. Desses portais emergem vários meta-humanos hostis, incluindo a principal ameaça da temporada, o cruel velocista Zoom.

Cena que mostra o vilão Zoom na Terra 2, destaque
para os ótimos efeitos especiais.

O vilão funcionou tão bem quanto o Flash reverso na primeira temporada , o grande problema foi que o grande plano foi revelado somente no final do ultimo episódio , não dando tempo do espectador sentir uma sensação de perigo ao longo dos episódios.  Sem sombra de dúvidas um dos destaques foi o conceito de multi-verso na série, com as idas e vindas dos personagens para a Terra 2, outro destaque foram os efeitos especiais , muito bons para o padrão televisivo (em especial o uso de criaturas completamente digitais como Grodd ou o Tubarão Rei).

Grood na Terra 2.

A vilã Nevasca , vida da Terra 2 foi um dos destaques , magistralmente interpretada por Danielle Panabaker , mas os roteiros de alguns episódios deixaram um pouco a desejar, mostrando o Flash se lamentando em muitos momentos se culpando por qualquer coisa que acontece. Deiando em mutos momentos a narrativa arrastada.

Nevasca.

Com um desfecho que abre caminho para uma adaptação de Flashpoint, a segunda temporada de The Flash pode não ser tão consistente quanto a anterior, mas ainda assim é uma aventura bastante divertida, desenvolvendo seus personagens e introduzindo uma ampla gama de possibilidades.


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